
29 de outubro de 2010
Post it

18 de outubro de 2010
Amor pós Orkut, Skype, SMS, Messenger
8 de outubro de 2010
Quatro minutos de fama
27 de setembro de 2010
20 de setembro de 2010
Indefinível
10 de setembro de 2010
Além do que se lê
25 de agosto de 2010
O D’propósito em suas mãos e na sua estante!
Esse meu ensaio (quase diário) no blog pode virar livro com o 2º Prêmio Blog Books, que vai eleger dentre cada categoria, o blog que merece virar livro. O D’propósito está concorrendo na categoria Universo Feminino e precisa do seu voto e de mais de um monte de gente para ele sair da tela do computador e virar papel com capa dura e autora feliz!
2047 pode ser agora, então, você que já me escreveu perguntando se tenho livro publicado ou me pedindo para escrever, essa é a hora. Enquanto a obra de 2047 não chega, vamos tranformar o D’propósito em livro? Ajuda aí, vai, e faça eu e minha família mais feliz.
É só clicar nesse selo, você pode votar quantas vezes quiser. O selo também vai ficar aqui ao lado, para sempre que vier d’propositar poder votar sem dificuldade nenhuma.
Axé, saravá, sorrisos largos, vamo que vamo e Amém!
PS. Eu só fiquei sabendo do concurso pelo Rics, do Colcha de Retalhos, que também está concorrendo na categoria Universo Masculino.
20 de agosto de 2010
Despedida
9 de agosto de 2010
Aniversário!

16 de julho de 2010
O gatão é meu cachorro
14 de julho de 2010
Um dia meu homem
27 de junho de 2010
Cheiro das manhãs
21 de junho de 2010
15 de junho de 2010
Vida à la carte

12 de junho de 2010
O negócio é amar
9 de junho de 2010
Sutil conquista
Está na natureza: o macho é o caçador ! Mas numa natureza moderna, com homens se depilando e mulheres consertando chuveiro e matando barata a ordem se mistura, caça e caçador se confundem e a regra...bem, não existe mais regra.
Tenho três amigas que estão no momento “como vou cantar o cara?” Eu não sou a miss conquistadora, mas é fato: apesar da mulher vestir a fantasia de presa, ela não é presa nunca. É predadora. Um homem pensa que é caçador, a mulher faz de conta e deixa ele acreditar que sim. No fundo são as moças que escolhem, mas não chegam no título de caçadoras, são conquistadoras.
Mulheres são sutis, não saem caçando a carne. Saem conquistando corpos e idéias. Algumas fazem isso sem nem perceber, outras precisam pegar no tranco e algumas ainda têm a dificuldade de acreditar que a mulher pode cantar o bonitinho da esquina.
Demonstrar-se interessada, não te faz menos interessante. Tudo é uma questão de postura, de olhar, de conversa e até de sorrisos. A linha entre caçadora e conquistadora está como ser sensual e vulgar. A diferença é grande, mas tem gente que confunde.
Quando se conquista, você é sensual. Diz, mas não revela. Mostra, mas não se mostra. Fala, e deixa a dúvida. Não precisa vulgarizar querendo mostrar peito, bunda e risadas escandalosas para parecer engraçada. É claro que tudo é uma questão de estilo e objetivo.
Não é anormal a mulher sair à frente, dar o primeiro passo é permitir que o outro alguém dê os demais. Todo mundo gosta de conquistar e ser conquistado. Nada com pressa e às claras. Devagar, segurando a ansiedade e chegando na ponta dos pés a presa.
O jogo da conquista é, em muitas vezes, a melhor parte. A curiosidade e a expectativa são o que nos move pra frente e o que tem movimentado as conversas com minhas amigas. Entre elas está Gabrielle, do Engabizando. Uma conquistadora iniciante que diz que eu devia escrever um manual de conquista. Se eu fizer isso não fico com homem nenhum mais, acho. Eles vão fugir de mim, ou ficarem muito meus amigos.
E tudo é só experiência na observação humana. Mas eu como minhas amigas passei pela mesma dúvida de como chegar no rapaz e bem, quanto a mim, tudo o que eu fiz foi dizer antes dele:
- Oi, meu nome é Camila.
E a história começa aí...
26 de maio de 2010
Estréia
“Todo jornalista é o artista frustrado”
Nunca me esqueci da frase dita por uma professora no colegial ao saber da minha definitiva escolha pelo ofício.
Não sei bem dizer se é frustração, ou quando se confundiu com pretensão. Isso porque, sempre achei a arte e o palco pretensioso demais pra mim.
Eu sabia qual era o meu limite, pelo menos achava que sabia até semana passada, na minha estréia.
Escrever é (ou era) o suficiente para não me fazer uma pessoa frustrada. Mas aí, na falta do que fazer depois de graduada, fui estudar teatro pra ajudar na desenvoltura e dramaturgia para dar continuidade a qualquer imaginação. O fato é que de cara o curso de teatro possibilitou que eu colocasse a mão na massa, sendo co-autora do espetáculo que apresentamos.
No camarim, enquanto me preparava para não ser eu, me pus a perguntar: o que é que estou fazendo aqui ? Era um tiro no escuro, um encontro às cegas. Maquiar-se de outra pessoa é mexer com o imaginário de quem podemos ser, é a escolha de não ser completamente você, eu, nós.
Quando tocou o terceiro sinal do teatro foi que entendi porque a dúvida e a insegurança: eu não poderia ser previsível diante da arte. Eu tinha que me surpreender e surpreender. Na coxia, prestes a entrar foi que senti que já não era eu. Era Cecília, minha personagem de sabedoria sem tamanho e que dominou meu corpo como uma entidade e o palco com a grandeza de uma louca. Eu chorei com a ovação do público e senti o que é estar num palco. Mas ainda prefiro as letras, porque eu odeio ensaiar.
Eu gosto, mesmo, das estréias.
17 de maio de 2010
Única apresentação
10 de maio de 2010
Esquimó
3 de maio de 2010
A culpa

A culpa não berra feito os gritos de fúria, ela silencia pra castigar e esmagar você até gritar.
- DESCULPA, A CULPA FOI MINHA !
Ainda que não seja ou não haja culpados declarados o destino trata de bordar, ponto a ponto, os impulsos em ira da boca que fala demais.
19 de abril de 2010
Acampamento
14 de abril de 2010
Insista, de novo.
Um corpo é movido muito melhor a paixão. Fato. Meus estudos de vivência própria provam isso. (Não que isso valha muita coisa, MAS) E para quem tem medo de iniciar uma nova aventura ou se entregar ao risco, nem saia de casa. Medo de se machucar são para fracos, senão, amadores. A paixão serve pra isso mesmo: iludir, deixar a pele mais bonita, você mais animado e depois sofrer por mais um que não será o último, provavelmente, se você tiver sorte. Mas eu ando um pouco enjoada com essa história de paixão, porque o momento é outro, em que meu pensamento está só para o trabalho, dinheiro, teatro e letras. Mas apesar de não estar com o gostinho de paixão na boca, nunca custa nada ajudar a amiga insegura que está com medo de arriscar.
A minha quase bíblia é o livro Canalha, do Fabrício Carpinejar, que já citei aqui várias vezes e vai mais uma que, aliás, também já esteve neste post.
Se joga, povo.
"Declare-se apaixonado antecipadamente. Depois encontre um jeito de pagar. Ame por emprétimo. Ame devendo. Ame falindo. Mas não crie arrependimentos por aquilo que não foi feito. Sejamos mais reais em nossas dores. Tudo o que não aconteceu é perfeito. Dê chance para a imperfeição. Insista"
8 de abril de 2010
Um acaso no café da manhã
- Uma pergunta e um elogio.
- O problema não é quem repara mais ou menos, é reparar. Se é que você me entende.
Moço, por favor, você pode colocar o pão e o suco pra viagem, obrigada.
7 de abril de 2010
Causos do tempo
E com tanto passado, chamavam-na de saudosista quando não de medrosa, por não encarar o que lhe vinha à frente. Saudosista ou medrosa, Estela era mesmo ansiosa e impaciente para esperar o tempo.
- O futuro é pra quem o projeta.
Foi o que lhe disse um velho violeiro contador de causos, falador como ela. Aí então Estela compreendeu o tempo que vivera, que contava e que fazia. Quando percebeu que estava, de fato, apegada com o passado parou de datar o tempo, porque o velho lhe disse.
- Não importa que tempo foi, mas se foi.
30 de março de 2010
Eulírico desenhando uma dúvida




