10 de março de 2011
I did love you
2 de março de 2011
Quatro.
1 de março de 2011
Verdade destilada
15 de fevereiro de 2011
Um dia, talvez, ou nunca mais
25 de janeiro de 2011
Viva
10 de dezembro de 2010
A verdade

3 de dezembro de 2010
De segunda a segunda
“É mais fácil encher a cara do que escrever”

a frase é do dramaturgo Mario Bortolotto, que me compreende e explica bem minha ausência neste vasto blog. Para os mais presentes que me questionam que vida é esta que eu levo, digo.
É uma vida de fases. Essa é só uma fase que sempre pede mais uma dose com bastante gelo, música e amores. Para a boêmia não perder seu sentido e sua amante.
sento e escrevo, para o D'propósito, a qualquer momento do dia. As noites e madrugadas já estão reservadas.
3 de novembro de 2010
Menina Mulher
no Happy Hour, do GNT, às 19h!
Os estranhos sempre me olham como a delicadinha, que bonitinha não é? Eu não sou delicadinha. Falo palavrão e arroto, só não peido no elevador porque isso é constranger o próximo, praticamente anti-ético.
Mas se tem uma coisa que sempre tive vontade de fazer, é escrever sobre sexo! Talvez tenha me faltado coragem e sabedoria para isso, porque pra falar de um dos atos mais praticados no mundo e de grande prazer na maioria deles, tem que conhecer, saber a fundo. E a fundo, fundo não conheço, não, sei bastante da teoria. Tudo aquilo que acontece com as amigas e a gente leva de ensinamento. Mas se isso valer alguma coisa, posso dizer que estou quase doutora em questões teóricas sobre fatos de amor e prazer. No entanto, na prática acho que ainda estou saindo do colegial. Sou aquela típica semi-virgem, sabe? Que pensa que sabe bastante coisa, mas na verdade não sabe quase nada.
Pra piorar, eu sou aquela que ainda acha quase todos os tamanhos de paus grande e ainda se pergunta como uma espessura de comprimento tão grande pode entrar numa circunferência tão fechada? Nem a matemática explica. Mas aí vem àquelas definições de dedos ou só a cabecinha. E desde quando pinto tem ombro, pra entrar só a cabecinha?
A questão é a seguinte: essa atividade no começo deve doer pra porra e põe porra nisso. Por exemplo, eu já falei pro meu namorado que vou ter que perder a dolorosa virgindade com um gordinho de pinto pequeno ou um japonês. Não dá, tem que começar por baixo, pelo pequenos, acho o dele muito grande e pra abrir a porteira tem que começar pelos gados menores ou pôneis, afinal a fazenda da tia-tia Camila é pequena.
Brincadeiras à parte, ou parte das brincadeiras do sexo, eu me questiono: é normal alguém perguntar se pode gozar? Minha amiga, qual minha ética não permite dizer o nome, viveu a seguinte situação: em meio a brincadeiras, o cara pergunta se pode gozar. E ela me pergunta se isso está certo ou é normal. Oras! Sei lá. Mas eu pensava que essas coisas não desse pra segurar. Meus gozos até hoje só foram de alegria, sem presença de sexo e nunca consegui evitar. Então eu não soube, mas imagino que ele foi educado em dizer isso, é como apertar a campainha antes de abrir a porta. Não é?
Teorias e práticas à parte, quero mesmo é um dia praticar o sexo tântrico, o silencioso, o proibido, o escondido, o escandaloso, o animal e o normal. Isso quando deixar de ser a semi-virgem, com cara de menina, voz de guria, óculos e idéias de mulher.
29 de outubro de 2010
Post it

18 de outubro de 2010
Amor pós Orkut, Skype, SMS, Messenger
8 de outubro de 2010
Quatro minutos de fama
27 de setembro de 2010
20 de setembro de 2010
Indefinível
10 de setembro de 2010
Além do que se lê
25 de agosto de 2010
O D’propósito em suas mãos e na sua estante!
Esse meu ensaio (quase diário) no blog pode virar livro com o 2º Prêmio Blog Books, que vai eleger dentre cada categoria, o blog que merece virar livro. O D’propósito está concorrendo na categoria Universo Feminino e precisa do seu voto e de mais de um monte de gente para ele sair da tela do computador e virar papel com capa dura e autora feliz!
2047 pode ser agora, então, você que já me escreveu perguntando se tenho livro publicado ou me pedindo para escrever, essa é a hora. Enquanto a obra de 2047 não chega, vamos tranformar o D’propósito em livro? Ajuda aí, vai, e faça eu e minha família mais feliz.
É só clicar nesse selo, você pode votar quantas vezes quiser. O selo também vai ficar aqui ao lado, para sempre que vier d’propositar poder votar sem dificuldade nenhuma.
Axé, saravá, sorrisos largos, vamo que vamo e Amém!
PS. Eu só fiquei sabendo do concurso pelo Rics, do Colcha de Retalhos, que também está concorrendo na categoria Universo Masculino.
20 de agosto de 2010
Despedida

9 de agosto de 2010
Aniversário!

16 de julho de 2010
O gatão é meu cachorro
14 de julho de 2010
Um dia meu homem
27 de junho de 2010
Cheiro das manhãs
21 de junho de 2010
15 de junho de 2010
Vida à la carte

12 de junho de 2010
O negócio é amar
9 de junho de 2010
Sutil conquista
Está na natureza: o macho é o caçador ! Mas numa natureza moderna, com homens se depilando e mulheres consertando chuveiro e matando barata a ordem se mistura, caça e caçador se confundem e a regra...bem, não existe mais regra.
Tenho três amigas que estão no momento “como vou cantar o cara?” Eu não sou a miss conquistadora, mas é fato: apesar da mulher vestir a fantasia de presa, ela não é presa nunca. É predadora. Um homem pensa que é caçador, a mulher faz de conta e deixa ele acreditar que sim. No fundo são as moças que escolhem, mas não chegam no título de caçadoras, são conquistadoras.
Mulheres são sutis, não saem caçando a carne. Saem conquistando corpos e idéias. Algumas fazem isso sem nem perceber, outras precisam pegar no tranco e algumas ainda têm a dificuldade de acreditar que a mulher pode cantar o bonitinho da esquina.
Demonstrar-se interessada, não te faz menos interessante. Tudo é uma questão de postura, de olhar, de conversa e até de sorrisos. A linha entre caçadora e conquistadora está como ser sensual e vulgar. A diferença é grande, mas tem gente que confunde.
Quando se conquista, você é sensual. Diz, mas não revela. Mostra, mas não se mostra. Fala, e deixa a dúvida. Não precisa vulgarizar querendo mostrar peito, bunda e risadas escandalosas para parecer engraçada. É claro que tudo é uma questão de estilo e objetivo.
Não é anormal a mulher sair à frente, dar o primeiro passo é permitir que o outro alguém dê os demais. Todo mundo gosta de conquistar e ser conquistado. Nada com pressa e às claras. Devagar, segurando a ansiedade e chegando na ponta dos pés a presa.
O jogo da conquista é, em muitas vezes, a melhor parte. A curiosidade e a expectativa são o que nos move pra frente e o que tem movimentado as conversas com minhas amigas. Entre elas está Gabrielle, do Engabizando. Uma conquistadora iniciante que diz que eu devia escrever um manual de conquista. Se eu fizer isso não fico com homem nenhum mais, acho. Eles vão fugir de mim, ou ficarem muito meus amigos.
E tudo é só experiência na observação humana. Mas eu como minhas amigas passei pela mesma dúvida de como chegar no rapaz e bem, quanto a mim, tudo o que eu fiz foi dizer antes dele:
- Oi, meu nome é Camila.
E a história começa aí...
26 de maio de 2010
Estréia
“Todo jornalista é o artista frustrado”
Nunca me esqueci da frase dita por uma professora no colegial ao saber da minha definitiva escolha pelo ofício.
Não sei bem dizer se é frustração, ou quando se confundiu com pretensão. Isso porque, sempre achei a arte e o palco pretensioso demais pra mim.
Eu sabia qual era o meu limite, pelo menos achava que sabia até semana passada, na minha estréia.
Escrever é (ou era) o suficiente para não me fazer uma pessoa frustrada. Mas aí, na falta do que fazer depois de graduada, fui estudar teatro pra ajudar na desenvoltura e dramaturgia para dar continuidade a qualquer imaginação. O fato é que de cara o curso de teatro possibilitou que eu colocasse a mão na massa, sendo co-autora do espetáculo que apresentamos.
No camarim, enquanto me preparava para não ser eu, me pus a perguntar: o que é que estou fazendo aqui ? Era um tiro no escuro, um encontro às cegas. Maquiar-se de outra pessoa é mexer com o imaginário de quem podemos ser, é a escolha de não ser completamente você, eu, nós.
Quando tocou o terceiro sinal do teatro foi que entendi porque a dúvida e a insegurança: eu não poderia ser previsível diante da arte. Eu tinha que me surpreender e surpreender. Na coxia, prestes a entrar foi que senti que já não era eu. Era Cecília, minha personagem de sabedoria sem tamanho e que dominou meu corpo como uma entidade e o palco com a grandeza de uma louca. Eu chorei com a ovação do público e senti o que é estar num palco. Mas ainda prefiro as letras, porque eu odeio ensaiar.
Eu gosto, mesmo, das estréias.




